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O deputado federal eleito Célio Moura apoia a Folia de Reis e culturas populares no Tocantins

Folia de Reis - De origem europeia, festa também é tradicional no Brasil

 

 

Folia de Reis e festas populares no Tocantins, tem apoio do deputado federal eleito  Célio Moura

 

POR Nilo Alves

JORNAL PÁGINA ABERTA

 

O dia 6 de janeiro é o Dia dos Três Reis Magos, ou da Folia de Reis. Diz a tradição que, quando os três Reis Magos, Gaspar, Melchior (ou Belchior) e Baltazar, viram a Estrela de Belém no céu, foram ao encontro de  Jesus, que havia nascido. Ofereceram ao menino Jesus, como presente, ouro, incenso e mirra, que simbolizavam a realeza, a divindade e a imortalidade. Segundo a tradição, um era negro, o outro branco e o terceiro moreno, representando toda a humanidade. Muitos países celebram a data, e a Folia de Reis é comemorada de modo particular em cada região do Brasil.

Deputado federal eleito Célio Moura/PT
(Fotos: Repórter fotográfico Tião Vilanova Noleto)

 

 

No Tocantins não poderia ser diferente, comemora-se a Folia de Reis com todas as pompas e galas necessárias de acordo com a realidade econômica do lugar. O Tocantins é um dos estados mais novos do Brasil. Sua gastronomia possui uma grande variedade de pratos que agrada quem vive nele e também quem visita as regiões do Bico do papagaio. O Chambari,  arroz com pequi, paçoca, carne de sol,  peixe no leite de coco e babaçu e Maria Isabel, são os pratos principais que aparecem nas Folias de Reis e no cotidiano. Com forte influência das culturas indígena, portuguesa, paulista e mineira, a maioria de suas receitas tem algum peixe como base. Não seria exagero dizer que a culinária dos afros-descendentes do Tocantins é como uma colcha de retalhos culturais, assim como a cachaça, o bolo, o biscoito  ‘amor perfeito’, aquele que desmancha na boca e muita comida á mesa.

 

Segundo o deputado federal eleito Célio Moura, (PT) apoiador principal das Folias de Reis do Bico ao rabo do Papagaio no Tocantins,  “A Folia de Reis é uma festa popular folclórica que eu sempre apoiei, e tenho compromisso com as culturas populares que tem que fazer parte do calendário das festas tradicionais de nosso Estado que por meio da tradição e da memória oral, se mantém viva em seus costumes e crenças revelando a identidade cultural de um povo.

O trabalho se desenvolve de maneira a apresentar nossa trajetória junto às Folias da Chapada da Natividade, Arraias, Bonfim, Almas, e outros lugares distantes de nossa terra promissora, acompanhando a forma como estes grupos transmitem esta herança cultural  trazida por portugueses e enriquecida por pitadas culturais oferecidas por índios e negros – enquanto caminham pelas ruas de cada cidade e povoado de Seu território que é composto por 25 municípios: Aguiarnópolis, Ananás, Angico, Araguatins, Augustinópolis, Axixá do Tocantins, Buriti do Tocantins, Cachoeirinha, CarrascoBonito, Darcinópolis, Esperantina, Itaguatins, Luzinópolis, Maurilândia do Tocantins, Nazaré, Palmeiras do Tocantins, Praia Norte, Riachinho, e Sampaio

Esta herança ancestral, suas danças, músicas e poesias serão mostradas ao leitor para que ele “experimente” o sabor performático desta festa que faz parte da história do Tocantins”. Comemora.

 

 

(Fotos: Repórter fotográfico Tião Vilanova Noleto)

Em alguns países europeus, a Festa de Reis é celebrada com mais solenidade que o   Natal e os presentes são dados no dia 6 de janeiro. Nessa data, os magos são colocados no presépio e o menino Jesus na manjedoura é trocado por um maior, que fica no colo da Virgem Maria.

Na Espanha, a data é chamada de Festa de Reis. Na Itália, festa da “Befana” (uma velha bruxa que dá presente para as crianças). No dia de Reis é costume desfazer as decorações natalinas, guardar os enfeites e desmontar os presépios.

 

  • Imperador recebendo os foliões                              Equipe de apoio

 

Foliões das gerais                                             Família do Imperador e Imperatrizes

Itamar Imperador, senhora Cândida Imperatriz

 

 

Costumes deixados pelos afros-descendentes

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Festa de Reis no Brasil

No Brasil, principalmente no interior, acontecem os chamados Reisados ou Folias de Reis, festas    folclóricas que receberam a influência das origens europeias da celebração, mas que adotaram formas e expressões locais na música, na dança e nas orações, dependendo da região do país.

 

Uma das festas culturais mais ricas do folclore brasileiro, acontece entre primeiro e seis de janeiro, quando as chamadas “companhias” vão de casa em casa cantar os seus versos acompanhados de violas, violões, sanfonas, pandeiros, triângulos, caixas e instrumentos de corda. Alguns vestem fardas e máscaras. O restante dos componentes usa uniforme, geralmente calças e camisas sociais.

De porta em porta

O embaixador da companhia é responsável pela organização geral e pela bandeira. É ele quem cria, como um repentista, os versos principais, de acordo com a profecia, ou seja, de acordo com as passagens da viagem dos três reis magos até Belém, a história de Maria e São José e o nascimento do menino Jesus. As companhias vão de porta em porta durante os seis dias de festa. Segundo a tradição, os versos só podem ser cantados na casa da pessoa, que deve ter uma imagem do menino Jesus na manjedoura ou um presépio.

Aqueles que recebem a visita do Reisado em suas casas (representando a visita dos Reis Magos a Jesus) devem oferecer alguma comida a seus integrantes, que agradecem ao hospedeiro e seguem para o próximo destino. No dia de Reis, 6 de janeiro, a bandeira retorna à casa do embaixador.